Um fim de dia qualquer...
O relógio marcava 19hrs, um dia de trabalho exaustivo a mente já não consegue mais processar nenhuma informação.
Primeiro o monitor se desliga a luz se apaga a tela do notebook permanece ligada por alguns segundos e se apaga, o headset é levemente retirado da cabeça a tampa notebook se fecha mais lentamente.
A cabeça se apoia no encostos, o corpo relaxa, os olhos se fecham e o silêncio toma conta do ambiente que antes era agitado e exaustivo.
Ali percebe-se que sua chegadas barulhenta, a voz procurando por alguém, o sorriso espontâneo ao olhar os meus olhos e o cheiro do seu perfume inconfundível fazem muito mais falto do que eu imaginava.
Sabe-se que o tempo não volta e mesmo assim insistisse em permanecer ali, de olhos fechados parado quase que sem respirar tentando reviver momento que quando era vividos pareciam insignificantes.
Por mais que ouvistes as pessoas mais velhas dando o velho conselho de que devemos aproveitar cada momento o que se fez foi não viver cada momento. O que se fez foi não viver cada momento, não prestar atenção em cada movimento, cada palavra, cada gesto, cada sinal de amor, ternura, cuidado e atenção.
É uma tortura contra a mente relembrar cada momento por que ele foi vivido de forma esdruxula, sem valor sem atenção sem o mínimo de importância.
Uma abraço, um sorriso, um beijo, um boa noite, um bom dia, uma careta e até mesmo uma bronca.
Faz falta! Mas só faz falta por que já foi, já passou e não pode ser repetido ou revivido.
Se conformar e seguir em frente é talvez a melhor opção, pois como escrito acima o tempo não volta e além de não voltar ele também não te faz esquecer como dizem por ai.
Jeff
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